RECOLHA DE PROPOSTAS PARA O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

RECOLHA DE PROPOSTAS PARA O ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

A recolha de propostas para o Orçamento Participativo (OP) de Albufeira decorre, a partir do dia 14 de março, em todas as freguesias do Concelho. Nesta edição de 2018, a Autarquia destinou uma verba de 250 mil euros, a maior desde sempre, que irá ser aplicada em projetos na área da Acessibilidade e Mobilidade. O OP é uma importante ferramenta de gestão e estratégia partilhada com os cidadãos. A sua opinião conta! Participe!  

Já estão agendadas as cinco sessões públicas destinadas a promover a recolha de propostas no âmbito da 4ª edição do Orçamento Participativo de Albufeira.

As reuniões, que têm por objetivo promover a apresentação de propostas de investimento e favorecer a definição coletiva de prioridades com vista ao desenvolvimento sustentável do Concelho, irão decorrer durante o próximo mês de março, de acordo com a seguinte calendarização: 14 de março (terça-feira), às 20h30, na Escola EB 2,3 de Ferreiras| 15 de março (quarta-feira), às 18h30, na Escola EB 1 de Olhos de Água| 17 de março (sexta-feira), às 20h30, na Escola Secundária de Albufeira| 21 de março (terça-feira), às 20h30, na Escola EB 2,3 da Guia e 22 de março (quarta-feira), às 18h30, no Salão da Junta de Freguesia de Paderne.

Carlos Silva e Sousa acredita que o tema escolhido para a edição 2018 do OP – Acessibilidade e Mobilidade – irá permitir recolher um conjunto de propostas que irão contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva. “É fundamental apostar na qualidade dos espaços públicos, dos edifícios e do funcionamento dos serviços que devem estar adaptados ao conforto e autonomia de todos os utilizadores, promovendo, cada vez mais, a autonomia dos cidadãos de todas as faixas etárias, condição ou extrato social. Mas a acessibilidade e a mobilidade têm que ser entendidas numa perspetiva mais alargada, isto porque as barreiras também podem ser de natureza sensorial e intelectual e é nossa obrigação eliminar todo o tipo de barreiras, nomeadamente as que se prendam com a dignidade humana e a solidariedade – valores fundamentais numa sociedade democrática”, concluiu.  

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