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E.g., 2021/10
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Recomendação à população da tomada das necessárias medidas de autoproteção - SMPC 2015/11/01

Devido às condições meteorologicas adversas o Serviço Municipal Proteção de Albufeira informa da necessidade da população reforçar as medidas de auto-proteção:

  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precarver o arrastamento das pessoas ou viaturas;
  • Ter especial cuidado na circulação junto das areas arborizadas, estando atento para possibilidade de queda de ramos de arvores e árvores , em virtude do vento;
  • Ter especial cuidado na circulação junto a orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneraveis a inundações rapidas;
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, evitando ainda o estacionamento de veiculos na orla costeira;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às condições da Proteção Civil e forças de segurança;
  • Permanecer em casa, - Só saia se for extremamente necessário.

  Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt.

 

Inicio do ano hidrológico – medidas preventivas 2015/09/23

O mês de outubro, caracterizado pela altura do ano em que as reservas hídricas atingem o seu mínimo e em que o período mais chuvoso se inicia, representa o inicio de um novo ano hidrológico.

Assim ao iniciar-se o novo ano hidrológico 2015/2016, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Albufeira recomenda a tomada de algumas medidas de autoproteção e protecção.

 

PDF icon Inicio do ano hidrológico – medidas preventivas, PDF icon Inundações - Autoproteção
Início do Ano Hidrológico - Medidas de Prevenção e Autoproteção face ao risco de Inundações 2016/10/13

Com o início do novo ano hidrológico e o consequente aproximar de um período onde passará a ocorrer, naturalmente, maior precipitação, aumentará significativamente o risco de inundações urbanas e cheias, e em consequência, a vulnerabilidade de pessoas e bens aos seus efeitos.

PDF icon Ano Hidrológico n.º1, PDF icon Ano Hidrológico n.º2
Espaços Públicos - Regras de segurança 2015/12/29

Saiba como agir em caso de emergência.

PDF icon Folheto - Espaços Públicos | Regras de segurança
Aviso N.º 9/2016 - ANPC 2016/11/24

Aviso N.º 9/2016 - 24.11.16 - 15h00 a 25.11.16 - 20h00 - Condições Meteorológicas Adversas - Precipitação e vento

Situação Meteorológica:

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), realizado hoje no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), e de acordo com a informação meteorológica disponibilizada prevê-se para as próximas 24 horas um agravamento das condições meteorológicas, salientando-se a ocorrência de:

  • Precipitação intensa, na madrugada do dia 25 de novembro na região Centro (com valores que poderão atingir 20 mm em 6 horas), não sendo de excluir a possibilidade da região Sul, em particular os distritos de Lisboa e Setúbal, poderem ser afetados por este fenómeno de precipitação forte. 

 


Efeitos expectáveis:

  • Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
  • Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
  • Ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;
  • Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;
  • Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
  • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
  • Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preiamar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
  • Possíveis acidentes na orla costeira;
  • Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
  • Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.


Medida de autoproteção:

O SMPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente:

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards, e outras estruturas suspensas;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, estando atenta para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas; 
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.


Fonte: IPMA

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt


A Proteção Civil é uma responsabilidade de todos

PDF icon Aviso à População SMPC Albufeira
Aviso N.º 8/2016 - ANPC 2016/09/24

Aviso N.º 8/2016 - 3.11.16 - 20h a 4.11.16 - 20h - Condições Meteorológicas Adversas - Precipitação, vento e agitação marítima

Situação Meteorológica:

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA para as próximas 24 horas, prevê-se:

  • Que as condições meteorológicas agravem-se devido à possibilidade de precipitação forte e fenómenos extremos de vento motivados por células convetivas que se poderão formar a nível local. Ainda na tarde do dia de hoje, existe a possibilidade de ocorrência de fenómenos extremos de vento nas serras Algarvias;
  • Amanhã prevê-se que os valores de precipitação possam atingir entre 10 mm/hora a 20 mm/hora, em particular na parte da tarde; 
  • Agitação marítima, com ondas de sueste que poderão atingir 2 metros, sendo de referir que amanhã a preia-mar em Lagos ocorre às 16:49.

 


​Informação hidrológica relevante:

  • Possibilidade de inundações nas zonas historicamente vulneráveis.


Efeitos expectáveis:

Em função das condições meteorológicas presentes e previstas é expectável:

  • Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
  • Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
  • Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
  • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
  • Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
  • Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência;
  • Possíveis acidentes na orla costeira;
  • Possíbilidade de queda de ramos de árvores em virtude de vento mais forte.


Medida de autoproteção:

O SMPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente:

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards, e outras estruturas suspensas;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, estando atenta para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas; 
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.


Fonte: IPMA

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Aviso N.º 7/2016 - ANPC 2016/09/24

Aviso N.º 7/2016 - 24 de outubro de 2016 - Condições Meteorológicas Adversas - Precipitação, vento forte e agitação marítima

Situação Meteorológica:

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA no presente dia, prevê-se um agravamento das condições meteorológicos a partir do final do dia de hoje (23Out) e até 3ªfeira (25Out), que irá afetar sobretudo a região Sul e em particular os distritos de Faro, Beja e Setúbal:

  • Precipitação forte (>20 mm/h ou até 60 mm/3h), com o período mais crítico a situar-se entre as 18h de 24Out (2ªfeira) e as 06h de 25Out (3ªfeira), que pode ser acompanhada de trovoada e fenómenos extremos de vento.
  • Vento a soprar com intensidade moderada a forte (até 45 Km/h), com rajadas de 75 Km/h que, nas terras altas, pode intensificar até 95 Km/h.

Agitação marítima até 5,5 m, com picos de onda a atingir 9 a 10 m em toda a costa. Subida da maré a coincidir com o período mais crítico de precipitação (preia-mar entre as 23:30 e as 23:54 de 2ªfeira). 


​Informação hidrológica relevante:

  • Possibilidade de inundações nas zonas historicamente vulneráveis.


Efeitos expectáveis:

Em função das condições meteorológicas presentes e previstas é expectável:

  • Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
  • Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
  • Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
  • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
  • Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
  • Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência;
  • Possíveis acidentes na orla costeira;
  • Possíbilidade de queda de ramos de árvores em virtude de vento mais forte.


Medida de autoproteção:

O SMPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente:

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards, e outras estruturas suspensas;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, estando atenta para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas; 
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.


Fonte: IPMA

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt


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Aviso N.º 6/2016 - ANPC 2016/09/12

Aviso N.º 6/2016 - 13 de Setembro 2016 - Condições Meteorológicas Adversas - Precipitação, vento, trovoadas e descida da temperatura máxima

Situação Meteorológica:

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), e de acordo com a informação meteorológica disponibilizada salienta-se para amanhã para o Sul do país;
Períodos de céu muito nublado, apresentando-se encoberto até ao início da manhã.
Períodos de chuva, por vezes forte, passando a aguaceiros que podem ser acompanhados de trovoada até ao início da manhã.
Vento fraco a moderado (10 a 30 km/h) do quadrante sul, soprando moderado a forte (30 a 40 km/h) e por vezes com rajadas até 70 km/h nas terras altas, rodando para noroeste a partir do início da manhã.
Descida da temperatura máxima, que será acentuada no interior.


​Informação hidrológica relevante:

  • Possibilidade de inundações nas zonas historicamente vulneráveis.


Efeitos expectáveis:

Em função das condições meteorológicas presentes e previstas é expectável:

  • Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;
  • Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
  • ​Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
  • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
  • Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
  • Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência. 


Medida de autoproteção:

O SMPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente:

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.


Fonte: IPMA

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt


A Proteção Civil é uma responsabilidade de todos

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Aviso N.º 5/2016 - ANPC 2016/09/01

Aviso N.º 5/2016 - 02 a 04 Setembro 2016 - Perigo de Incêndio Florestal

Situação Meteorológica

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje pelo Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), salienta-se para as próximas 48 horas a continuação do tempo quente e seco, com índices de risco de incêndio em níveis muito elevado e máximo na região do Algarve, destacando-se:

  • Temperatura máxima entre 32 e 36ºC para hoje e entre 34 a 38ºC amanhã;
  • Humidade relativa inferior a 30% na região sul;
  • Vento moderado (até 30 km/h) do quadrante leste nas terras altas até início da manhã de amanhã.
  • Noites quentes e secas (temperatura mínima superior a 20ºC nas regiões do interior). 


2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função da previsão da evolução das condições meteorológicas é expectável:

  • Tempo quente e seco e vento moderado com permanência de condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais. 


3. MEDIDAS DE AUTO-PROTEÇÃO

A ANPC recorda que, de acordo com as disposições legais em vigor, não é permitido em todos os espaços rurais:

  • Realização de queimadas, nem de fogueiras para recreio ou lazer, ou para confeção de alimentos;
  • Utilização de equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos;
  • Queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração;
  • O lançamento de balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes;
  • Fumar ou fazer lume de qualquer tipo nos espaços florestais e vias que os circundem;
  • A fumigação ou desinfestação em apiários com fumigadores que não estejam equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.


A ANPC recorda, ainda alguns cuidados a ter, face às condições meteorológicas previstas, na realização de trabalhos agrícolas e florestais, nomeadamente:

  • A obrigatoriedade de que as máquinas de combustão interna e externa a utilizar, onde se incluem todo o tipo de tratores, máquinas e veículos de transporte pesados, sejam dotadas de dispositivos de retenção de faíscas ou faúlhas e de dispositivos tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés e estejam equipadas com um ou dois extintores;
  • Manter as máquinas e equipamentos limpos de óleos e poeiras;
  • Abastecer as máquinas a frio e em local com pouca vegetação;
  • Ter cuidado com as faíscas durante o seu manuseamento, evitando a sua utilização nos períodos de maior calor.


A ANPC recomenda ainda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio florestal, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, observando as proibições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, disponível junto dos sítios da internet da ANPC e do IPMA, junto dos Gabinetes Técnicos Florestais das Câmaras Municipais e dos Corpos de Bombeiros.

 

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Aviso N.º 4/2016 - ANPC 2016/08/10

Aviso N.º 4/2016 - 10 e 11 Agosto 2016 - Condições meteorológicas adversas: tempo quente e seco, agravadas pela intensificação do vento

De acordo com a informação atualizada e disponibilizada pelo IPMA, salienta-se para as proximas 48 horas a persistência das condições associadas a tempo quente e seco, agravadas pela intensificação do vento:

  • Nas regiões do litoral, fluxo de noroeste ate 35Km/h com rajadas da ordem dos 60 Km/h durante a tarde e temporariamente de sudoeste na costa Sul do Algarve. Vento à superficie marcadamente de Leste amanhã no interior, de intensidade moderada (<30 Km/h);
  • Nas terras altas do Norte e Centro, fluxo de nordeste moderado a forte (<45Km/h) a partir do inicio da tarde, em particular acima dos 800 m;
  • Inversões térmicas acima dos 500m mais localizadas na regiao do Minho e Douro Litoral;
  • Humidade relativa do ar abaixo de 15% no interior.

Estas condições meteorologicas, dificultam a supressão dos incêndios e facilitam a sua propagação.
De salientar, ainda, que as condições meteorologicas e de qualidade do ar associadas a ocorrência de incêndios florestais podem ter efeitos significativos na saúde pública, particularmente nos grupos mais vulneráveis da população.

A ANPC apela por isso a toda a população para que tenham cuidados redobrados e adotem comportamentos de precaução para evitarem os incêndios florestais.
Reiteram-se, por isso, todas as recomendações efetuadas em comunicados emitidos anteriormente:


RISCO DE INCÊNDIO - MEDIDAS DE PREVENÇÃO

1. PREVISÃO
No seguimento do contacto com o Instituto Portugues do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje, 6 de agosto, no Comando Nacional de Operacoes de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Protecao Civil (ANPC), salientam-se:

  • O prolongamento das condicoes meteorologicas constantes no Aviso a Populacao de ontem
  • Indices de risco de incendio em niveis muito elevado e extremo

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função da previsão da evolução das condições meteorológicas é expectável:

  • Tempo quente e seco e vento moderado com permanência de condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais;


3. MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A PROTEÇÃO CIVIL recomenda:

3.1.1. Risco de Incêndio

Nesta altura do ano, e de acordo com as disposições legais em vigor, não é permitido nos espaços rurais:

  • Realizar queimadas, fogueiras para recreio ou lazer, ou confecção de alimentos;
  • Utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confecção de alimentos;
  • Queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes;
  • Lançar balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes;
  • Fumar ou fazer lume nos espaços florestais e vias que os circundem;
  • A fumigação ou desinfestação em apiários com fumigadores que não estejam equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.


3.1.2. Na realização de trabalhos agrícolas e florestais:

  • Mantenha as máquinas e equipamentos limpos de óleos e poeiras;
  • Abasteça as máquinas a frio e em local com pouca vegetação;
  • Tenha cuidado com as faíscas durante o seu manuseamento, evitando a sua utilização nos períodos de maior calor.

3.1.3. Se mora junto a uma área florestal:

  • Limpe o mato à volta da sua habitação e guarde, em lugar seguro e isolado, a lenha, gasóleo e outros produtos inflamáveis;
  • Para informações sobre prevenção estrutural de incêndios florestais contacte o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas;
  • Informe as autoridades se presenciar atos negligentes ou comportamentos dolosos. Acompanhe a previsão de Risco de Incêndio na página da internet do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), em www.ipma.pt, e aconselhe-se junto do Serviço Municipal de Proteção Civil e dos Corpos de Bombeiros da sua localidade.


AVISO À POPULAÇÃO

3.2. CALOR – Efeitos na Saúde

  • Mantenha-se hidratado (beba água, mesmo se não tiver sede);
  • Mantenha a casa arejada;
  • Evite a exposição ao sol nas horas de maior calor (entre as 11h00 e as 17h00);
  • Se viajar de carro, escolha as horas de menor calor. Não permita que pessoas e/ou animais fiquem dentro da viatura ao sol;
  • Os recém-nascidos, as crianças, as pessoas idosas e as pessoas doentes, podem não sentir, ou não manifestar sede. Ofereça-lhes água e esteja atento;
  • Atenção redobrada ao grupos mais vulneráveis, idosos, crianças, doentes crónicos, sem-abrigo, pessoas que desenvolvem a sua atividade no exterior;


Não se esqueça;
“A Proteção Civil é uma responsabilidade de todos”

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